Costuma dizer-se que a vida dá muitas voltas.
A minha ainda não deu as suficientes.
Ou secalhar não apontei ainda o dedo (e o coração) para o sítio certo.
Gira, gira, rodopia, amiga mudança, e trás-me novas de esperança e outras terras de onde o meu olhar possa vestir-se de alegria, de missão, de amor.
Que eu cá continuo na torre de vigia plantando sementes na terra arada de fresco, soprando desejos no ar e mareando garrafas com letras escritas a penas.
Gira, gira... e faz-me girar.
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