20 Janeiro, 2012

A felicidade profissional


Ontem vi na TV uma reportagem sobre um estudo (norte-americano, salvo erro) que indicava as profissões que - supostamente - nos fazem mais felizes. Mais do que esta ou aquela que mostrava a reportagem, sinto que a profissão que nos faz feliz é facilmente intuída por cada um de nós, pelo menos quando se dá ao "trabalho" de se escutar com atenção. No meu caso específico, sei que há pelo menos duas o...u três que se encaixariam como uma segunda (ou primeira) pele, porque sinto-as como parte integrante, e impossível de remover, do meu Eu. E apesar de as ver como "duas ou três" sei que são tão somente braços de uma única corrente - a do serviço ao Outro.

A reportagem entrevistava alguns representantes das profissões escolhidas no estudo e percebi que todos falavam a mesma língua: a do Amor. Amor ao trabalho que realizam, a si mesmos e aos outros.

Rematava o jornalista com algo que me pareceu de muita importância, tanto mais no tempo (difícil e simultâneamente maravilhoso) em que vivemos, e que era qualquer coisa como isto: "em conclusão, pode dizer-se que a felicidade profissional não está directamente ligada ao número de zeros na conta bancária".

A mim parece-me este ser mais um sinal da mudança que aí sopra. E a vocês?